132-Praias do Mar
Nas lindas praias do mar,
Vejo um quê de misterioso,
Minh’alma às águas a flutuar,
Num local todo misterioso.
Sinto as ondas me balançar,
Na grandeza do oceano,
Fecho os olhos, deixo-me levar,
Sem me importar com os anos.
Pertenço, portanto, ao mar,
Como ele me pertence,
É gratificante poder estar,
Neste mundo, dos pertences.
Sou, enfim, do mar,
Sou, também, da terra,
Sou daqui, sou de lá,
A vida que não se encerra.
João C. de Vaasconcelos